A administração municipal de Cacoal, em respeito a toda a sociedade, e refutando mais uma mensagem distorcida do Sindicato dos Servidores Municipais de Cacoal (Sinsemuc), esclarece que, não “pegou o dinheiro que o padre Franco deixou para pagar os professores e agora está gastando com a compra de material permanente da Semed”, visto que esse dinheiro nunca existiu, mas sim uma projeção orçamentária que não foi confirmada.

Os gastos na administração pública obedecem a três fatores, que são orçamento, financeiro e índice, e falar em “dinheiro”, como foi dito pelo sindicato, demonstra falta de conhecimento. O remanejamento nas dotações orçamentários decretado pela prefeita Glaucione Rodrigues objetiva aquisição de materiais para as unidades escolares, e não para a Secretaria Municipal de Educação, a Semed, como também foi dito.

E esse remanejamento orçamentário ocorreu porque a administração municipal entende que o professor é sim muito importante, mas a mesma importância tem o aluno, que precisa ter as condições necessárias para que possa ter o maior rendimento possível no seu aprendizado. Os repasses de recursos públicos ao município são feitos com base na quantidade de alunos, ao qual todo sistema de ensino precisa ter dedicação e dar o tratamento que merece, tamanha a sua importância para o suporte educacional.

Sobre a impossibilidade de concessão de aumentos salariais aos professores, e não pagamento do piso, como também foi dito equivocadamente pelos representantes do sindicato, é preciso esclarecer que o município não atende no cenário de crise atual a um dos três fatores citados anteriormente, que é o índice de comprometimento da arrecadação, muito embora nenhum professor receba menos que o piso salarial em Cacoal. Da mesma forma que nenhum outro servidor da Educação, como motoristas, merendeiras e todo pessoal de apoio, que também são parte fundamental no processo de aprendizado do aluno.

A Prefeitura de Cacoal reafirma que entende o valor do professor, tanto que destina 89% dos recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para a folha salarial da categoria, quando a lei diz que esse percentual pode ser de até 60%, mas vê no aluno importância ainda maior e jamais cortará recursos de investimento nas escolas, que também são dependências públicas e não podem ficar sucateadas, mais um ponto que joga por terra as afirmações ditas pelos sindicalistas, de que a atual administração “não pararia por aí e faria o sucateamento das dependências públicas”. Esse sucateamento aconteceria se os recursos do Programa de Valorização das Escolas Municipais de Cacoal (Provemc) continuassem suspensos para que aumentos salariais fossem concedidos aos professores.

Para finalizar, a administração municipal de Cacoal, na pessoa da prefeita Glaucione Rodrigues, reafirma o seu compromisso com a educação, que vai muito além de aumentos salariais, e prova são as mais de 11 mil refeições de qualidade servidas diariamente aos alunos da Rede Municipal de Ensino, custeadas com 50% de recursos do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE) e 50% de recursos próprios, índice acima do percentual que deve ser destinado a esse fim pelo município, o que demonstra a importância dada ao aluno pela Prefeitura. Além dos professores, a Educação de Cacoal é feita pelos valorosos trabalhos prestados por merendeiras, motoristas, zeladores, monitores, vigias e toda equipe administrativa e de apoio, que também merece ser valorizada e essa valorização é o que a administração municipal busca e jamais admitirá insinuações contrárias e nem beneficiará apenas uma classe. A valorização deve ser para todos.